A INDÚSTRIA
DO HOLOCAUSTO
Antonio Sebastião de Lima, advogado, juiz de direito aposentado, professor de direito
constitucional
No dia 22.01.01, em
programa noturno de televisão do canal Globo News, o repórter Lucas Mendes
entrevistou, em Nova Iorque, Norman Finkelstein (salvo engano, essa é a grafia
do sobrenome), professor de história e autor do livro “A Indústria do
Holocausto”, editado e publicado nos EUA. O professor declara-se judeu. Seus
pais foram prisioneiros de um campo de concentração nazista, Auschwitz, ao que
parece, mas, sobreviveram ao extermínio em massa.
Não há notícia de versão
em português desse livro, nem de sua circulação no Brasil. Daí a interessante e
espantosa coincidência entre o assunto abordado pelo professor e a matéria de
um artigo publicado na seção “Opinião”, da Tribuna da Imprensa, em 11.01.01,
intitulado “Os Judeus e a Ilusão Messiânica”. Nesse artigo era abordado o
espírito oportunista, mercantilista e imperialista do governo e de parcela do
povo do Estado de Israel. Por um lado, os judeus alardeavam as suas desgraças,
principalmente, o holocausto, com farta propaganda por todos os meios de
comunicação, para cativar a simpatia do mundo. Em momento algum, reconheciam
que essas desgraças decorriam da sua própria conduta passada, do seu
materialismo, da sua violência e da sua arrogância. Por outro lado, com o apoio
e a cumplicidade dos EUA, invadiam território árabe, submetiam e massacravam a
população civil, usando os mesmos argumentos de Hitler: necessidade de espaço
vital como defesa de possíveis agressões dos vizinhos.
Em sua entrevista, o
professor Norman, judeu e filho de judeus, trata do mesmo assunto, no mesmo
diapasão, porém, com novos ingredientes. Segundo o professor, os judeus, em sua
maioria, valem-se do holocausto para tirar proveito econômico com as
indenizações milionárias pagas pelos governos europeus. Só a Alemanha teria
pago mais de 20 bilhões de dólares. Percebendo essa notável e milionária fonte
de renda, os judeus começaram a aumentar o número de sobreviventes. Na época da
guerra, esse número girava em torno de 25 mil judeus. Passados 50 anos, esse
número subiu para quase 800 mil. Ao invés de diminuir com o passar dos anos, o
número aumentou, sem que ninguém notasse o milagre. Certamente, dos 6 milhões
que teriam morrido, 775 mil ressuscitaram. Digna de nota foi a avidez com que as organizações judaicas se atiraram
sobre os cofres dos bancos suiços, reclamando para si tudo que ali fora
depositado por alemães ao tempo da guerra. Como diz o ilustre professor, os
judeus acham-se as únicas vítimas da guerra, ou, então, as vítimas mais
importantes. Ignoram e desprezam solenemente os outros povos que também
sofreram sob a crueldade nazista, do ponto de vista econômico, físico e moral.
O entrevistado revela, ainda, que os valores arrecadados costumam ficar nas
organizações judaicas, em proveito das suas lideranças, sem repasse às pessoas
físicas que realmente sobreviveram aos campos de concentração. Qualifica esses
líderes de “bandidos”.
Interessante, ainda, o
conselho dado ao professor, quando moço, por sua mãe, para que sempre examinasse
o ponto de vista oposto, evitando a visão unilateral das coisas. Ao combater o
nazismo, que lesse a obra de Hitler. Para uma mulher que padecera nos campos de
concentração, o conselho desvelava uma personalidade forte, um espírito aberto
e de elevado senso ético. O filho seguiu o conselho da mãe, abandonou o
radicalismo marxista e hoje inclui nas suas lições de história, o capítulo VI,
do livro “Minha Luta”, de Adolfo Hitler, sem que isso tipifique apologia ao
nazismo. Apesar disso, o professor diz que a comunidade judaica de Nova Iorque
não gostou do seu livro e reagiu de modo mesquinho, dificultando seu ingresso
no corpo docente das universidades americanas.
A entrevista mostra um
homem de tranqüila coragem, sem ódio ou rancor, lúcido, culto e determinado a
desmascarar os protagonistas dessa farsa gigantesca, de âmbito mundial, que
alimenta a indústria do holocausto e que pretende justificar a violência do
Estado israelense.
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